segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O Dia em que Matei o Cupido, Jennifer Love Hewitt



Título Original: The Day I Shot Cupid
Autoria: Jennifer Love Hewitt
Editora: ArtePlural
Nº. Páginas: 195
Tradução: Odete Martins


Sinopse:

Jennifer Love Hewitt é uma viciada no amor e uma romântica irremediável (ou não fosse Love um dos seus apelidos!). Tem tido sorte e azar no amor, porém, o mais importante é que sobreviveu para contar. Além do mais, conseguiu fazê-lo na ribalta. Muito se escreveu sobre a sua vida amorosa (grande parte apenas para vender revistas), mas, agora, a actriz partilha a verdadeira história do que aprendeu ao percorrer os sinuosos caminhos do amor. 
Em O Dia em que Matei o Cupido, Jennifer apresenta a sabedoria que conquistou com algum custo e mostra-nos como viver o amor com os pés bem assentes na terra. Para isso, temos de começar por matar o Cupido. Temos de acreditar que "e viveram felizes para sempre" exige trabalho árduo e que nem tudo é um mar de rosas, serenatas e corações pelo ar. 
Sagaz, sarcástica e honesta, a actriz explica como escolher o homem certo e como saber quando deixar partir aqueles que não interessam, revelando ainda umas quantas verdades sobre o sexo oposto. 
Desde 20 coisas a fazer após uma separação a 10 coisas a fazer antes de um encontro, aos perigos do namoriscar através de mensagens de telemóvel, Jennifer revela histórias e segredos sobre saídas românticas para ilustrar os momentos embaraçosos, loucos, hilariantes e gloriosos dos relacionamentos. 
Divertido, original e encorajador, O Dia em que Matei o Cupido merece um lugar na mesa-de-cabeceira, estante ou mesa de café de todas as mulheres, ou até enfiado na sua carteira XL. 


Opinião:

Quem não conhece a famosa Jennifer Love Hewitt?
Viciada como sou na série televisiva Em Contacto/Entre Vidas, foi com grande curiosidade e entusiasmo que recebi a notícia de que a actriz ia lançar um livro sobre uma das temáticas que mais aflige o sector feminino da sociedade – o amor –, e exclusivamente dedicado a elas. Lê-lo, posso dizer, foi uma autêntica delícia construtiva e humorística, que não só me deixou com um sorriso nos lábios como me levou, por inúmeras vezes, a reflectir sobre as palavras lidas e na veracidade crua e dura com que foram escritas. Sábia no que diz respeito a um dos mais profundos sentimentos humanamente existentes, Jennifer Love Hewitt aborda as diversas variantes emocionais da palavra amor, ao mesmo tempo que tenta abrir os olhos de todas as mulheres que o sentem (ou já sentiram) por forma a fazê-las ver que “e viveram felizes para sempre” somente existe nos contos de fadas.

O Dia em que Matei o Cupido é um divertidíssimo manual de sobrevivência feminina que não só apela ao bom senso que normalmente a mulher tem o hábito de ignorar quando um homem se encontra na equação, como também ajuda a identificar alguns dos problemas existentes e das persistências que devem ser imediatamente abandonadas. O Dia em que Matei o Cupido mostra ainda algumas dicas fáceis de pôr em prática e extremamente interessantes que permitem às mulheres deixar as figuras tristes e embaraçosas do lado de fora da porta – e que é onde elas estão bem!
Entrar em detalhes sobre um livro como este é imensamente complicado, se não mesmo impossível. Contudo, uma coisa vos garanto, minhas fiéis companheiras, esta obra é uma pequena (incrivelmente grande!) preciosidade que todas nós deveríamos de guardar religiosamente em casa. Quase como uma bíblia do que se deve ou não se deve fazer num primeiro encontro, quando as mensagens são mais que muitas, no começo de um namoro ou na monotonia de um casamento, O Dia em que Matei o Cupido é a obra mais que perfeita para elucidar, tirar dúvidas ou incentivar as mulheres a agir... em prol delas mesmas. Espectacularmente ilustrado e escrito na voz única e descontraída de Jennifer Love Hewitt, este é um livro que não quererá perder. Uma excelente aposta da ArtePlural, numa versão divertida e carismática das várias facetas do amor. 

2 comentários:

Manuel Cardoso disse...

É uma excelente actriz. Muito me apraz saber que também sabe escrever :)

Pedacinho Literário disse...

Não é tanto o "saber escrever" mas sim o tom divertido e casual com que se expressa. :)

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